Durante o ano de 2013, a Braval recolheu 14460 toneladas de resíduos recicláveis nos ecopontos existentes na área de abrangência da Braval (Amares, Braga, Póvoa de Lanhoso, Terras de Bouro, Vieira do Minho e Vila Verde). Em 2012 tinham sido recolhidas 14.120 toneladas, o que significa um aumento de 2,5%.
Depois da queda, em 2012, os resíduos recolhidos seletivamente na área da Braval voltaram a aumentar face ao ano anterior, ainda não atingindo o máximo de 2011.
O Papel e Cartão Embalagens de Plástico e Metal, perfizeram 8.236 toneladas, mais 84 toneladas que em 2012, um aumento de 1%.
No Vidro o aumento foi mais significativo foi na ordem das 257 toneladas, mais 4,3% que no ano anterior, com um total de 6.224 toneladas.
Há que relembrar que a recolha seletiva iniciou-se no ano 2000, com cerca de 1000 toneladas recolhidas nesse ano, estamos agora na ordem das quase 15000 toneladas.
Por outro lado, os resíduos indiferenciados voltaram a cair para 93.717 toneladas, menos 3,5% relativamente a 2012, quando já tinham diminuído para 96.981 toneladas.
A recolha de óleos alimentares usados continua também em queda, foram recolhidos 70535 litros, menos 11 mil litros que em 2012, uma diminuição de 13,5%, devido sobretudo ao encerramento de muitos grandes produtores, cafés e restaurantes, aliada à diminuição do consumo nas famílias.
Em termos de Resíduos Elétricos e Eletrónicos e Pilhas houve também uma diminuição de 39 toneladas devida talvez à diminuição do consumo, mas também ao desvio ilegal de resíduos dos pontos eletrão, para os quais continuamos a alertar.
No entanto, no caso dos pneus usados, houve um aumento de 870 toneladas, passando de 786 toneladas para 1.656 toneladas, o que significa um aumento de mais de 50%!
É um indicador bastante positivo, em termos ambientais, que os resíduos recicláveis tenham aumentado, enquanto que os indiferenciados diminuíram.
A Braval felicita a população que tem contribuído para estes resultados, aqueles que separam os seus resíduos, colocando-os nos ecopontos, e apela a quem ainda não aderiu à separação de resíduos, que o passem a fazer. A crise tem levado a uma mudança de mentalidades e hábitos de consumo, que sirva também para uma maior consciencialização ambiental.